Brazil Police Seize Computers and Files of Black Blocs in Rio.

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Estadao RIO – The Civil Police met on Friday morning with 13 search warrants and seizure in Rio and Niterói to investigate the involvement of people in acts of vandalism during celebrations of the 7th of Setember in the state capital.

In operation, were collected laptops, masks, CPUs, CDs and pen drives of suspected supporters of the tactics of the Black Bloc. Four other warrants have not been met because the targets were not located.

According to the director of the General Department of Specialized Police (DGPE), Fernando Reis, all investigated have participated in acts of vandalism on the holiday of Independence. At least six of them have been on the police to provide the first explanation, then being released.

They have also participated in discussion groups and Facebook pages of the Black Bloc movement. Police still need court authorization to access the contents of the computer material seized, which must be requested throughout Friday.

According to the delegate Kings, they could fall under the Criminal Organisation Act – with a penalty ranging from three to eight years in prison. “No doubt can (be indicted for criminal organization). Actually what you want is to establish the role of each in real choreography of vandalism that we have identified here,” he said. Reis said that the main task of the police in the investigation, which is under judicial secrecy, is whether there is any hierarchy or differentiated participation in the organization of black blocs that led to depredation.

Lawyers Institute of Defenders of Human Rights (EIDHR), non-governmental organization that provides legal aid to protesters, accompanied deponents at the headquarters of Repression of Crimes Computer (DRCI). They have merely stated that investigated and were surprised that the police investigation is at an early stage, without liability of any of them yet.

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Polícia Civil apreende computadores e arquivos de black blocs no Rio

Policiais investigam atos de vandalismo no feriado de Sete de Setembro na capital fluminense.

RIO – A Polícia Civil cumpriu na manhã desta sexta-feira 13 mandados de busca e apreensão no Rio e em Niterói para apurar o envolvimento de pessoas em atos de vandalismo durante as comemorações do Sete de Setembro na capital fluminense.

Na operação, foram recolhidos laptops, máscaras, CPUs, CDs e pen drives de supostos adeptos da tática do Black Bloc. Outros quatro mandados não foram cumpridos porque os alvos não foram localizados.

Segundo o diretor do Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE), Fernando Reis, todos os investigados teriam participado de atos de vandalismo no feriado da Independência. Pelo menos seis deles já estiveram na delegacia para prestar os primeiros esclarecimentos, sendo liberados em seguida.

Eles teriam participado também de grupos de discussão e páginas do Facebook do movimento Black Bloc. A polícia ainda precisa de autorização judicial para acessar o conteúdo dos materiais de informática apreendidos, que deverá ser solicitada ao longo da sexta-feira.

Segundo o delegado Reis, eles podem ser enquadrados na Lei de Organização Criminosa – com pena que vai de três a oito anos de prisão. “Sem dúvida podem (ser indiciados por organização criminosa). Na verdade o que se quer é estabelecer o papel de cada um na verdadeira coreografia de vandalismo que a gente tem identificado aí”, afirmou. Reis disse ainda que a principal tarefa da polícia na investigação, que está sob segredo de Justiça, é definir se há alguma hierarquia ou participação diferenciada na organização dos black blocs que levaram à depredação.

Advogados do Instituto de Defensores dos Direitos Humanos (IDDH), organização não-governamental que oferece auxílio jurídico a manifestantes, acompanharam os depoentes na sede da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI). Eles se limitaram a dizer que os investigados foram surpreendidos e que a apuração policial está em estágio inicial, sem a responsabilização de qualquer deles até o momento.

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Jennifer Baker is the founder and editor of Revolution News revnewsmedia@gmail.com